segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Bagaço16
sábado, 13 de agosto de 2011
Marias
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Teatro e Negritude
http://www2.ufersa.edu.br/portal/noticias/3913/Teatro%20negro%20abre%20espa%C3%A7o%20para%20encena%C3%A7%C3%B5es%20com%20artistas%20de%20cor
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Escola de Artes
A Gerência da Cultura divulgou nesta quinta-feira (16/06), a síntese do questionário sobre a criação da Escola de Artes de Mossoró. A Prefeita Fafá Rosado assinou o decreto para a criação da Escola em março, e foi realizado um seminário para a discussão do tema. Os participantes se dividiram em quatro grupos e responderam ao questionário, elencando propostas sobre os objetivos do projeto, oferta de cursos, seleção de alunos, admissão de professores entre outras coisas.
Depois de análises e debates, os grupos responderam as oito questões que foram colocadas, demonstrando sintonia em suas decisões. Segue um resumo sobre o que foi pensado dentro de cada alternativa:
1. O OBJETIVO DA ESCOLA
Dois grupos concordaram que a finalidade do ensino das Artes deve “Desenvolver e aperfeiçoar a iniciativa, a criatividade, estimular a imaginação e a capacidade criadora para melhor dinamismo e atuação no mercado de trabalho de artes”. Outros dois optaram por unir duas alternativas: “Desenvolver competências e habilidades teórico-práticas no educando, aperfeiçoando a iniciativa, a criatividade, a imaginação, para melhor dinamismo e atuação no mercado de trabalho de artes, entendendo os contextos histórico e cultural no qual se insere e buscar alta performance em artes”.
2 e 3. A MODALIDADE E OFERTA DOS CURSOS
Os quatro grupos chegaram à conclusão de que os cursos da Escola de Artes de Mossoró (nas áreas de dança, teatro, música, entre outros campos) devem oferecer formação (semestral e anual) e capacitação (cursos livres) de mão de obra artística, com reforço teatral, vocal, corporal e musical, aprimorando a formação de artistas e de técnicos atuantes na área.
4. A IMPLANTAÇÃO
A proposta colocada pelos grupos é que as atividades sejam iniciadas nos espaços culturais já existentes na cidade (Teatro Municipal Dix-Huit Rosado e Centro de Tecnologias Educacionais e Formação Continuada “Joaquim da Silveira Borges”), enquanto será estruturado e executado o projeto arquitetônico.
5 e 6. A ADMISSÃO E A FORMAÇÃO DOS PROFESSORES
Os requisitos mínimos para a admissão de um professor será o Ensino Médio Completo, com experiência como professor ou instrutor, de no mínimo 05 (cinco) anos, na área correspondente, comprovada no currículo. Houve uma ressalva: a oferta de vagas para candidatos com nível Superior Completo.
A seleção dos professores deverá ser feita através de avaliação teórica, prática e de currículo.
7. O PROCESSO DE SELEÇÃO DOS ALUNOS
Todos os grupos participantes definiram que o aluno que desejar ingressar na Escola, terá que passar por uma avaliação teórica e prática (audição).
8. MANUTENÇÃO
A Prefeitura Municipal será a mantenedora da Escola de Artes. Mas poderá contar com a contribuição de mensalidades e taxas para ajudar nos custos operacionais. Um grupo opinou pela total gratuidade, os outros optaram pelas alternativas:
- Para cursos de formação anual (600h): De R$ 25,00 a R$ 40,00
- Para cursos de formação semestral (300h): De R$ 20,00 a R$ 25,00
- Para cursos livres (20h a 60h): De R$ 10 a R$ 50,00
- Para oficinas (8h a 16h): De R$ 10,00 a R$ 50,00
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Oficina de Contação de História
terça-feira, 10 de maio de 2011
BAGAÇO DO ENGENHO
Acontecerá dentro do Projeto Corredor Cultural
Local: Cafezal
Sexta feira 27 de Maio às 22h,
Realização Prefeitura Municipal de Mossoró.
O recital Bagaço do Engenho representa a continuidade e o aprofundamento de experiências estéticas construídas a partir de colagem e fragmentos de textos e de experimentos cênicos desenvolvidos pela Cia Escarcéu de Teatro a partir de diversos gêneros literários, Poesias, crônicas letras de músicas de artistas nordestinos das mas variadas tendências e estilos, tendo como propósito difundir obras de poetas e compositores contemporâneos, entre os quais destacamos: Bráulio Tavares, Zé Ramalho,Geraldo Azevedo, Sivuca, Luiz Ramalho, Elomar, Jatobá e Xangai.
Buscamos com a montagem do recital Ceno-poético Bagaço do Engenho, explorar o olhar dos autores, já mencionados, sobre o cotidiano da cultura regional do nordeste brasileiro. A apropriação temática será construída com base no hibridismo proporcionado pela junção de textos dramáticos, poemas e letras de músicas.
O propósito da Cia Escarcéu quando opta pela montagem do recital Bagaço do Engenho é o de investir na palavra transformada em poesia quanto elemento dramatúrgico fundante para a arte cênica.
Adotando como mote inicial a abordagem da poética nordestina, o espetáculo permitirá que se lance um olhar contemporâneo e crítico sobre as relações de homens e mulheres a partir de laços afetivas, místico-religiosos e socioculturais.
A dramaturgia do recital Bagaço do Engenho será guiada por elementos estéticos que proporcionará ao espectador uma apreciação da beleza poética, da riqueza de linguagens e temáticas contidas na obra dos artistas regionais contemporâneos.Esteticamente o espetáculo foi construído com base na técnica corporal presente nas manifestações da cultura popular.
Ficha Técnica
Lenilda Sousa: canto, roteiro, textos e figurinos
Carlos Augusto: instrumentos
Mazinho Viana: Direção Musical, canto, textos, instrumentos
Savana Tomaz: canto e texto
Roberlilson: Direção cênica, canto, texto e roteiro.
Regina Casa Forte: Canto e texto
Max: Canto e texto
Ricardo Ribeiro: canto e texto.
Iluminação: Nonato Santos.
sábado, 19 de março de 2011
Dia Mundial do Teatro
dia Nacional do Circo
Sábado dia 26 de Março de 2011 as 17 horas
Na: Praça do Memorial da Resistência
da Cia Bagana e do Grupo Arruaça.
Programação do dia 26/03/2011
Música para acolhida: com Carlos Augusto, Mazinho e Roberlilson e alunos da
oficina de música.
Fala da Gerente de Cultura do Município Clezia Barreto ( a confirmar) e do Coordenador do Escarcéu- O Ponto de Cultura - Nonato Santos.
Apresentações:
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
A Cena e a Dramaturgia.
Por Nonato Santos[1]
Todo projeto cênico começa sempre pela busca de uma dramaturgia que possa transmitir uma idéia inicialmente pensada, desejada ou pelo menos pretendida, por um coletivo de atores e atrizes que querem expressar através da linguagem teatral um posicionamento filosófico, um referencial estético, a possibilidade de discussão de um determinado tema, uma opção de divertimento, ou até mesmo, a ocupação de um espaço sociocultural e artístico que consequentemente representará uma interferência consciente, e em alguns casos específicos apenas consequente, no contexto histórico onde ocorrerá a encenação do futuro espetáculo. Ou seja, uma encenação nunca acontece do nada, para o nada, ou sem um por que.
Mesmo considerando a predominância dos recursos audiovisuais em nosso mundo interconectado pela convergência das mídias, ainda nos é imprescindível o contato com nossos semelhantes por meio da melhor entre todas as nossas invenções. A palavra. Escrita ou falada ainda gostamos muito de ouvir e interpretar os sentimentos, sensações e significados que elas, as palavras, nos permitem criar, recriar e resignificar. E como estamos, ou melhor, somos constantemente impelidos a exercer o controle sobre o que criamos, tentamos controlar nossas palavras escrevendo-as, armazenando-as, organizando-as em ideias, livros, textos, fotos, e mais recentemente em meios eletrônicos como nossos e-mails e páginas virtuais, as quais, ainda não sabemos exatamente onde ficam guardadas, mas, isso é outra história.
Os primeiros passos ao iniciarmos uma pesquisa por um texto para montagem deve ser a escolha do tema e do gênero que se quer trabalhar. Em seguida, devemos fazer um levantamento dos autores e dos textos escritos dentro da temática e gêneros pretendidos, devemos indagar se estes textos contemplam os objetivos elencados pelo grupo, se contem as ideia que se quer transmitir, ou somente parte delas. Daí então, devemos considerar a quantidade de atores e atrizes que dispomos, ou queremos no elenco.
Dispomos atualmente, inclusive em meio eletrônico, de diversos textos dramatúrgicos dos mais variados estilos, gêneros e temáticas. No entanto, quando optamos por construir uma encenação a partir de uma obra escrita e iniciamos a busca por um texto para montagem cênica, devemos ainda levar em consideração algumas questões relacionadas a adequação dos nossos propósitos e objetivos estéticos, com as nossas condições financeiras e os recursos humanos que dispomos, tais como: elenco e equipe técnica, mas, devemos principalmente considerar o espaço cênico que queremos utilizar para realizar nosso espetáculo, seja o palco a italiana, a rua, a sala, o corredor da escola, o pátio da fábrica, etc. sabemos que o espaço a ser utilizado nos apresentará suas especificidades e desafios.
Por fim devemos ter bem claro que a dramaturgia pode acontecer independente do texto escrito. Basta uma ideia, um gesto, um sentimento e teremos teatro. Afinal o teatro é a arte da celebração, comunhão e interação entre seres humanos e uma boa dramaturgia deve necessariamente contemplar esses três pilares.
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Nos Confins do Horizonte
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