Escarcéu de Teatro
1986 - 2020
sábado, 21 de novembro de 2020
Sempre Negra
Negra. Espetáculo montado no ano de 2006 foi apresentado em diversas escolas públicas de Mossoró, algumas cidades do Rio Grande do Norte e Paraíba. O tema era racismo religioso, mulher negra, extermínio da juventude preta e arte negra. Vale lembrar que dia 20 de novembro é dia de luta contra o recismo.
Entre Elas
Em tempos de pandemia nossa arte ganhou as redes conversando com as atrizes que fizeram e fazem a história da Escarcéu. O teatro é o presente em compartilha. É intercâmbio de energias e sensações.
Entre Elas, foi uma água na sede de presença que sentimos em épocas pandêmicas.
Entre Elas foi nossa forma de comemorar nossos 34 anos de teatro.
quinta-feira, 26 de julho de 2018
Homenageada
A atriz Lenilda Sousa foi uma das homenageadas do IV Encontro de Mulheres Negras do RN.
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Mulheres de expressão e de lutas pelos direitos e cidadania |
sábado, 7 de julho de 2018
Trinta e Dois Anos
quarta-feira, 13 de junho de 2018
NOS CONFINS DO HORIZONTE
Espetáculo com a Companhia Escarcéu de Teatro.
Gravado no dia 24 de maio de 2018 no Teatro Municipal de Mossoró.
Direção de Hélio Lima e Dramaturgia de Nonato Santos
Elenco: Nonato Santos; Lenilda Sousa; Roberlilson Paulino e Mikaelly Moreira
Músicas de Berg Bone
segunda-feira, 11 de junho de 2018
sexta-feira, 8 de junho de 2018
segunda-feira, 21 de maio de 2018
A Vida é só Desafio
Hélio Lima - Diretor do Espetáculo |
A vida é só desafio. “Nos confins
do horizonte” é uma peça-silhueta da perspectiva de olhos virados. Um impulso
para dentro. O estar-cá-fora. Uma permissão de ser e de não ser. O olhar de
espectador de um encenador na sala espelhada. Vejo-me assim, idiossincrático,
entre histórias que se atravessam na cena daqui e de agora. Toda escolha é uma
opção, e todo encenador traz consigo, de uma forma ou de outra, dispositivos e
linguagens. Qualquer movimento na cena tem precisão de sentido. É a imagem
corporal temperada com os modos de pensar e ser da arte. Experiência e
experimento que, sem o exaustivo diálogo e o não-se-deixar-fluir de desejo, no
escoar do acontecer cênico, não haveria nenhum horizonte, a não ser uma linha
vertical, sem superfície plana, de profundidade e altitude. Perder-se para se
encontrar. Assim a linha disforme e desviada da narrativa segue tentando
arrebatar sentidos e nunca significados. A morte do pai parece necessária, como
um mote do poema ou um motim. Perder o rumo. Uma Trupe conectada por avarias,
por dissonâncias. O devir-criança e o devir-mulher em mutação fragmentam as
linhas de significações. Lorde se angustia com o porvir. Bufo conforma-se com
suas certezas temporárias. Bela é a potência de um devir-criança, de um fluxo
cortado pela máquina-desejante. Ziga, um devir-mulher, moléculas de vida e
morte, o grito de Edvard Munch, uma esganiçada voz inconformada: os yanomamis,
as crianças, os quilombolas, as mulheres, LGBTs, o grito: Marielle vive! Não ao
golpe! Fim da perversidade aos direitos conquistados! No entre, no caos, o
Roto, amiúde e transversal, cintilando a cena de ruídos e harmonias, antonímia
de assimetria, discrepâncias sonoras desejadas, e vozes em desacordos. Como
encenador teço o manifesto ao espectador-Deus do centro, da margem, do presente
e onipresente estado de ser dos artistas, antes do seu desaparecimento. Mas
afinal que escola é essa? Entre os folguedos no nordeste brasileiro, práxis
teatrais no palco e na rua, vivências e estudos dramáticos multiculturais na
academia de pedagogia do teatro de Heidelberg na Alemanha, emerge em mim um
modo de ser na arte do teatro, na sala de aula e na vida. Um estado de
inspiração que me permito e faço as conexões com os outros. Da simbiose,
gratidão, a criança nasceu e foi nomeada “Nos confins do horizonte”, engatinhou
e já fica em pé, abraço-a e sigo.
Mossoró, 25 de maio de 2018
Hélio
Lima
quarta-feira, 4 de abril de 2018
Escarcéu no Teatro de Mossoró
Link para ler e baixar livro Escarcéu no Teatro de Mossoró, lançado pela Edições UERN, no dia 27 de março de 2018.
https://issuu.com/eduern/docs/escac__u_no_teatro_de_mossor___perc
https://issuu.com/eduern/docs/escac__u_no_teatro_de_mossor___perc
Impressões do espetáculo Nos Confins do Horizonte
Esse texto é da Socióloga e Atriz Viviana Mesquita
Lenilda: Eu Gostei muito.
* Achei que Nonato estava esplêndido (fazia tempo que não via Nonato em cena, amei).
* O espetáculo é no geral bastanete metafórico, intrigante.
* Particularmente me emocionei do começo ao fim.
* A presença de Railson era praticamente parte do espetáculo. (Tive essa impressão talvez, por ter vivido um tempo da Escarcéu onde ele era muito presente e também por conhecer a história da Escarcéu).
* Achei o espetáculo no geral muito limpo e sem ruídos.
* Sonoplastia em sintonia com o todo, atores e atrizes bem avontade com a música.
* O figurino leve, porém elegante e discreto, gostei dos adereços.
* achei muito bacana a forma como faziam as trocas de cena deixando o foco no centro (o que era muito legal, porque vcs faziam toda movimentação no palco, no entanto quase que imperceptível)
* A presença do jogo do teatro de rua no palco feito com muita maestria.
* Como conheço vcs percebi em algumas raros momentos um toque de improviso, também imperceptível ao olho da plateia, mais eu achei massa, as sacadas.
* Gostei da atuação de todos, Nonato estava esplêndido. Vc tava linda e leve, os meninos bem sintonizados.
* O momento da catarse, quando nonato diz: gostaram do ensaio e Roberlilson diz KD a camisa de Pai. Me marcou muito, essa cena merecia aplausos de pé.
Muito lindo mesmo. Amei
Viviana Mesquita: Ex atriz da Escarcéu, especialista em Artes Cênicas e mestra em Ciências sociais .
Lenilda: Eu Gostei muito.
* Achei que Nonato estava esplêndido (fazia tempo que não via Nonato em cena, amei).
* O espetáculo é no geral bastanete metafórico, intrigante.
* Particularmente me emocionei do começo ao fim.
* A presença de Railson era praticamente parte do espetáculo. (Tive essa impressão talvez, por ter vivido um tempo da Escarcéu onde ele era muito presente e também por conhecer a história da Escarcéu).
* Achei o espetáculo no geral muito limpo e sem ruídos.
* Sonoplastia em sintonia com o todo, atores e atrizes bem avontade com a música.
* O figurino leve, porém elegante e discreto, gostei dos adereços.
* achei muito bacana a forma como faziam as trocas de cena deixando o foco no centro (o que era muito legal, porque vcs faziam toda movimentação no palco, no entanto quase que imperceptível)
* A presença do jogo do teatro de rua no palco feito com muita maestria.
* Como conheço vcs percebi em algumas raros momentos um toque de improviso, também imperceptível ao olho da plateia, mais eu achei massa, as sacadas.
* Gostei da atuação de todos, Nonato estava esplêndido. Vc tava linda e leve, os meninos bem sintonizados.
* O momento da catarse, quando nonato diz: gostaram do ensaio e Roberlilson diz KD a camisa de Pai. Me marcou muito, essa cena merecia aplausos de pé.
Muito lindo mesmo. Amei
Viviana Mesquita: Ex atriz da Escarcéu, especialista em Artes Cênicas e mestra em Ciências sociais .
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